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LEIA SOBRE: Projetos de trabalho

A DELFOS PREVINE tem por objetivo de promover a melhoria de qualidade de vida em seus diversos aspectos, tendo a prevenção como foco principal de sua atuação. Suas atividades são desenvolvidas especialmente para cada contexto, tanto em organismos públicos, entidades não governamentais e empresas, assim como para o indivíduo; a unidade fundamental na organização social. Utilizamos novas tecnologias em psicologia tendo, quando necessário, o suporte de outras áreas.

Desenvolve projetos de consultoria empresarial, cursos de formação profissional e especialização para educadores, profissionais da saúde, capacitação técnica e atendimento individual.

A Delfos desenvolve e divulga artigos, livros, pesquisas teórico-práticas e palestras constantemente, pois acredita que a difusão de conceitos e idéias é o início da prevenção.

O trabalho clínico da Delfos é meticuloso e abrangente. Neste caso o foco é o indivíduo ou a família; a equipe de profissionais trabalha pensando no auto-conhecimento, ampliação do campo da consciência, elaboração de angústias e diminuição de sintomas psicossomáticos.

O resultado destas práticas é a melhoria da qualidade de vida emocional nas relações individuais, sociais e profissionais com consequente redução da insalubridade psíquica. Para maiores informações, entre em contato: (11) 3085 0930 ou 3088 5880.

voltar ao início Projeto Reviver      

A Associação de Apoio à Criança hiv positivo -- Projeto Reviver foi fundada em junho de 1993; é uma organização voltada para o desenvolvimento de recursos para atenção às crianças hiv+, quer convivam com suas famílias, quer sejam residentes em casas de apoio.
Suas atividades incluem sensibilizar a sociedade, levantar e administrar doações, estabelecer convênios e parcerias. Sempre visando o bem-estar e a qualidade de vida das crianças atendidas, procurando suprir todos os aspectos necessários.
A aplicação dos recursos financeiros obtidos já reverteu em resultados bem concretos para a população ligada ao projeto; entre eles:

Visite o site, conheça mais e contribua:

www.projetoreviver.org.br
Associação de Apoio à Criança HIV Positivo
Rua Toledo Barbosa, 964 - CEP 03061-000
reviver@projetoreviver.org.br

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Ambulatório Multidisciplinar Reviver     

Vida e saúde para um futuro positivo!

Missão: Dar atenção à saúde de crianças, adolescentes e gestantes hiv+, a partir de uma visão holística, melhorando a qualidade de vida e criando condições para a construção de projetos de futuro.
Visão: Ser referência e multiplicador de núcleos no atendimento diferenciado à saúde de crianças, adolescentes e gestantes soropositivos.
Valores e Princípios:

    Comprometimento com a causa e a filosofia do Projeto Reviver;
    Manutenção da ética e do sigilo profissional de cada área de atuação;
    Repudiar o preconceito e a discriminação de qualquer espécie;
    Atuar com flexibilidade, compreendendo e respeitando o limite do outro;
    Compromisso de divulgar e tornar públicos todos os trabalhos realizados com transparência e fidedignidade.

Entre em contato: ambulatorioreviver@terra.com.br

voltar ao início Projeto Mães Esgotadas
Quando não sobra paciência para estar com seu filho

Objetivo geral:
Oferecer um lugar em que mãe e criança possam ser ouvidas e atendidas em seu desejo de aproximação e convivência saudável.
Melhorar o relacionamento entre adultos e crianças de modo a criar menos stress entre as partes no enfrentamento das dificuldades e conflitos;
Permitir que o adulto possa entender os motivos e reações das crianças e com isso perceber que nem sempre elas fazem as coisas para atingi-los;
Criar canais de comunicação entre crianças e adultos para que ambos possam se entender e apoiar;
Aumentar o repertório dos adultos no tocante a maneiras de agir frente a confrontos diversos;

Apresentação
O Projeto Mães Esgotadas surgiu a partir de uma experiência desenvolvida com educadoras de creche pública em uma região da periferia do município de S. Paulo. Após 2 anos de treinamento contínuo com educadoras de creches, utilizando estratégia específica, percebemos que estas se tornaram mais atentas ao comportamento das crianças e às famílias com dificuldades de relacionamento. Com as habilidades adquiridas pelo suporte e treinamento, elas passaram a ver o que não viam antes: crianças muito inseguras, inibidas, irritadas, crianças que apanham e aparecem marcadas e até levantavam suspeitas de abuso. Além dessa maior percepção no trabalho, as participantes também revelaram maior sensibilidade nas relações familiares e sociais e relataram uma sensível melhora.
Em decorrência disso, e por sugestão das educadoras, essa experiência foi estendida à comunidade, voltando-se para as mães (e pais) que, sobrecarregadas e sem muitos recursos, apresentam dificuldades para educar seus filhos.
Sabemos que famílias de baixa renda dispõem de menos recursos financeiros e educacionais, menos tempo e reduzida possibilidade de ajuda na esfera da organização familiar (Oliveira, 2000).
Também sabemos que educar através de castigos severos e agressão física (das leves até as mais extremas) perpetua-se por se reproduzir na família transgeracionalmente. E entendemos que é aí que este círculo vicioso precisa ser cortado.
Além disso, percebemos que as pessoas que cresceram no modelo tradicional de castigos físicos tem dificuldade para desenvolver outras posturas e, na ausência de outra opção, só encontram essa forma de lidar com as inúmeras tentativas de burlar as regras - comuns a qualquer criança.
O adulto violento ou agressor aprendeu que essa é a forma de obter algo que ele deseja. Na maioria das vezes ele também é vítima e só chega a situações de violência extrema se nada for feito antes que o ajude a encontrar um outro caminho mais saudável.
Estabelecer limites sem violentar as crianças, sem perder o controle ou aumentar o stress, só é possível se sabemos o que esperar, não só deles, como de nós mesmos.
Por isso, quando falamos do bem estar das crianças é importante olhar para os adultos: eles não só são o principal exemplo a ser seguido, mas podem causar marcas importantes no desenvolvimento emocional infantil com sua postura. Neste sentido a relação pai-filho ou mãe-filho é única e intransferível. Não pode ser rompida sem um grande trauma na vida da criança ( Bowlby, Spitz, Winnicott) o que, com certeza, também deixa sua marca na vida dos pais. (Pisano, 2001).
Então é preciso olhar para esses adultos dentro do contexto da família e das suas condições de vida, para fortalecer os vínculos e facilitar o crescimento das crianças em ambientes mais saudáveis.
O que propomos é um trabalho de conscientização usando os exemplos que as próprias mães trazem, de modo a permitir insights de seu comportamento, o que promove mudanças naturalmente.
O que esse projeto tem de novo e original é a maneira como passamos tais fundamentos, aliada aos princípios de psicologia, para fixar conceitos de modo que a pessoa aprenda da maneira mais lúdica possível e compreenda os conceitos sem ter que toma-los como regras.
Em paralelo oferecemos atendimento psicoterápico aos pais (mães, pais ou responsáveis) que estejam enfrentando dificuldades específicas que repercutem na educação dos filhos e que, através da ajuda, possam desenvolver um modelo mais saudável de relacionamento pais-filhos.
A oferta de atendimento preventivo às famílias de baixa renda traz algumas vantagens especiais: a resistência à ajuda é muito pequena, pois não coloca em jogo a culpa e o medo de crítica e punição daqueles que têm um comportamento intenso e evita atingir níveis de risco elevado para agressões violentas; fortalece os laços e o relacionamento familiar no início da formação da família, com os filhos ainda pequenos, o que permite melhor estruturação pessoal e familiar.
Todos os pais querem fazer o melhor possível. Só não sabem exatamente como podem realizar isso com poucos recursos e sentem-se mal quando percebem suas falhas. Desejam melhorar, mas não sabem como. Podemos oferecer uma oportunidade de obter resultados positivos que perdurem por toda a educação das crianças.

voltar ao início Estágios

No projeto Mães Esgotadas e em projetos que estão em fase de construção, recorremos ao trabalho voluntário em psicologia. Assim, convocamos regularmente psicólogos/as formados e estudantes para atuar conosco.
Pedimos disponibilidade de 4 horas semanais de atendimento clínico individual/em grupo, mais 2 horas semanais de supervisão, em média, pelo período de um ano. Todos aqueles que atingirem 160 horas de atividades (10 meses) receberão um certificado.
Os interessados devem encaminhar currículum vitae constando:

  • registro no CRP, se for profissional formado;
  • atividades curriculares e extracurriculares,
  • estágios realizados e outras experiências,
  • psicoterapia (tempo de duração, linha de trabalho e numero de sessões)

    Para mais informações entre em contato: projmaesesgotadas@ieg.com.br

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